quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Sede do INDEA é atacada por vândalos em cidade de MT

A sede do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (INDEA-MT), em Água Boa, cidade localizada a 730 km de Cuiabá, amanheceu pichada nesta segunda-feira (24). “Covardes, bandidos, corruptos e câncer” foram as palavras escritas na fachada da unidade. A descoberta aconteceu hoje pela manhã pelos servidores ao chegarem para trabalhar. A Polícia Militar esteve no local e registrou a ocorrência. Ninguém foi preso. A Polícia Civil segue com as investigações.

O Sindicato dos Fiscais Estaduais Agropecuários e Florestais do Estado de Mato Grosso (SINFA-MT) emitiu nota repudiando os atos de vandalismo ocorridos na unidade. "Lamentamos que atos dessa magnitude ocorram, atingindo diretamente o Estado tanto na parte física com a depredação do patrimônio público, quanto na parte humana com graves ameaças aos Servidores Públicos e desrespeito ao Serviço Estadual, constantes da pichação", diz trecho da nota.

O comunicado pontua ainda que o Estado deve tomar as medidas cabíveis contra o dano ao patrimônio público e que o desacato ao funcionário público no exercício da função ou em razão dela, ocorrências tipificadas como crime, previstos no Art. 163, Inciso III e Art. 331, ambos do Código Penal Brasileiro. 

"PEC da Maldade" é aprovada em primeiro turno pela Câmara

A proposta é considerada pelo governo do presidente Michel Temer um dos principais mecanismos para reequilibrar as contas públicas do país. O texto estabelece que as despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário) só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior.
De acordo com a PEC, caso o teto seja descumprido, haverá uma série de vedações, como a proibição de realizar concursos públicos ou conceder aumento para qualquer agente público.
O texto inicial da PEC teve grande repercussão negativa, já que estabelecia que os investimentos em saúde e em educação deveriam seguir as mesmas regras. Com isso, o Palácio do Planalto decidiu que essas duas áreas deverão obedecer ao limite somente em 2018.
Durante a votação a galeria do plenário recebeu manifestantes que gritavam a todo instante palavras de ordem contra a PEC. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a suspender a sessão por alguns minutos para que eles fossem retirados do local.
Como os manifestantes não cederam e alguns deputados do PT foram até onde eles estavam para apoiá-los, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) propôs ao plenário um “pacto” para que o público pudesse continuar acompanhando a sessão, desde que fosse em silêncio. Proposta que foi acatada por Maia.
O texto seguirá agora para análise no Senado, onde a expectativa é de votação em 13 de dezembro.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Eduardo Cunha é hostilizado e apanha em aeroporto Santos Dumont RJ

Eduardo Cunha passou por um constrangimento que já é comum nas chegadas dele aos aeroportos do Rio, ex-presidente da Câmara dos Deputados e maior articulador do impeachment de Dilma Rousseff, Eduardo Cunha foi hostilizado no aeroporto Santos Dumont e agredido por uma mulher não identificada.
O político aparece empurrando um carrinho com malas dentro do aeroporto e, enquanto é filmado, as pessoas começam a gritar xingamentos em direção a ele.
No vídeo, dá para ouvir uma mulher perguntando: ''é o cunha?'' ao afirmarem que era, alguém também comenta: ''vai lá, pega ele''. Dito e feito. A mulher sai em disparada e começa a acertá-lo com bolsadas. Deu ruim para o verme do Eduardo Cunha, mas essa Brasileira tem o nosso respeito e fez oque todos os brasileiros tem vontade de fazer!

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Vozes importantes do impeachment, médicos tomam um duro golpe de Michel Temer

RBA –Os conselhos regionais e federal de medicina e muitos médicos, que foram bastante críticos com o governo de Dilma Rousseff (PT) e ajudaram a afastá-la do cargo, deverão tomar um duro golpe do governo interino de Michel Temer (PMDB).
É essa a situação que se vê na nota emitida na sexta-feira (5) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Na sexta, quando as atenções do país estavam voltadas para o início oficial dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial a criação de um grupo de trabalho para discutir e elaborar projetos de convênios médicos privados de baixo custo, porém, de cobertura limitada.
O golpe são os chamados “planos populares” de saúde, que são defendidos pelo ministro interino da Saúde, Ricardo Barros. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), esses ‘planos populares’ distorcem os anseios da população. Mais que isso, mas não explicitado pela nota do CFM, está a preocupação com a remuneração e as condições de trabalho dos médicos dos possíveis ‘planos populares’
Na nota oficial, o CFM se posicionou de maneira crítica à proposta do ministro Barros, que teve campanha financiada principalmente pelos planos de saúde. Para a entidade médica, “a venda de ‘planos populares’ apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar e não trará solução para os problemas do Sistema Único de Saúde”.
Esses planos, limitados a consultas ambulatoriais e exames de menor complexidade, conforme o CFM, “não evitarão a procura pela rede pública ou impacto prejudicial ao financiamento do SUS”.
A entidade defende medidas estruturantes, com mais recursos para o setor, o aperfeiçoamento dos mecanismos de gestão, a criação de políticas de valorização dos profissionais, como uma carreira de Estado para os médicos, e o combate à corrupção.
“Somente a adoção de medidas dessa magnitude será capaz de devolver à rede pública condições de oferecer, de forma universal, o acesso à assistência segundo parâmetros previstos na Constituição de 1988 e com pleno respeito à dignidade humana”, defende o CFM.
Íntegra da nota:
Em relação à portaria do Ministério da Saúde publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (5), que cria Grupo de Trabalho para discutir e elaborar o projeto de plano de saúde com caráter popular, o Conselho Federal de Medicina (CFM) informa que:
A autorização da venda de “planos populares” apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar, setor que movimentou, em 2015 e em 2016, em torno de R$ 180 bilhões, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS);
Se implementada, esta proposta não trará solução para os problemas do Sistema Único de Saúde (SUS), possivelmente sem a inclusão de doentes crônicos e idosos, resultando em planos limitados a consultas ambulatoriais e a exames subsidiários de menor complexidade. Portanto, não evitarão a procura pela rede pública ou impacto prejudicial ao financiamento do SUS;
Propostas como a de criação de “planos populares de saúde” apropriam-se e distorcem legítimos desejos e anseios da sociedade;
Na expectativa de um novo governo e de uma nova cultura de proficiência, eficácia e probidade na Nação, a sociedade conta, na verdade, com a adoção de medidas estruturantes para o SUS, como: o fim do subfinanciamento; o aperfeiçoamento dos mecanismos de gestão; a criação de políticas de valorização dos profissionais, como uma carreira de Estado para os médicos; e o combate à corrupção.
Somente a adoção de medidas dessa magnitude será capaz de devolver à rede pública condições de oferecer, de forma universal, o acesso à assistência segundo parâmetros previstos na Constituição de 1988 e com pleno respeito à dignidade humana. 
Brasília, 5 de agosto de 2016

VEM QUE VEM COM TUDO!

Na ultima década, tivemos transformações significativas no corpo estudantil do nosso país e nos últimos anos em nosso Estado. Ainda havendo muito a ser conquistado o coletivo delineando este horizonte convida a sua base e estudantes oriundos de diversos municípios do Estado de Mato Grosso a participarem do seu II SEMINÁRIO ESTADUAL em um fórum livre e participativo construir no âmbito do Estado de Mato Grosso a plataforma central de organização e atuação do movimento, bem como escolher seu Núcleo Dirigente.

Faça sua inscrição: https://goo.gl/forms/lYmRu5JZKBXHvfYm2
Taxa de inscrição: R$10,00 (DEZ REAIS) pago no ato do credenciamento.

#2ºSEMINÁRIOEUVOU! #SOUPARATODXS #CONSTRUINDONOVOBRASIL!